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Em cerimônia sobre diversidade religiosa, Ministério dos Direitos Humanos homenageia Mãe Gilda e Carlos Alberto Caó

por publicado: 07/02/2018 19h42 última modificação: 07/02/2018 19h42

A Ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, participou nesta quarta-feira, dia 07 de fevereiro de 2018, da cerimônia de lançamento da Campanha Diversidade Religiosa: Conhecer, Respeitar, Valorizar, produzida pela Secretaria Nacional da Cidadania e pela Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, ambas do Ministério dos Direitos Humanos, em Brasília. Além da Ministra, participaram da mesa solene o Secretário Nacional de Promoção das Políticas de Igualdade Racial, Juvenal Araújo, o Secretário Nacional da Cidadania, substituto, Herbert Barros, o representante do Comitê Nacional de Respeito à Diversidade Religiosa, Elianildo Nascimento, e Patrícia Tolmasquim, do Conselho Nacional de Políticas de Igualdade Racial.

Entre os principais assuntos abordados entre as autoridades em seus discursos estão as quatro datas comemorativas principais relativas à pauta da diversidade religiosa: o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, 21 de janeiro; a Semana Mundial da Harmonia Inter-religiosa, entre 01 e 07 de fevereiro; além de menções ao aniversário da Constituição da República Federativa do Brasil e da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Em seu discurso, a Ministra Luislinda destacou a importância de Mãe Gilda de Ogum, cuja morte inspirou a criação do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. Vítima de um episódio de difamação e agressão motivada por sua tradição religiosa, Mãe Gilda faleceu vítima de um infarto em 21 de janeiro de 2000. A Ministra mencionou, ainda, a morte do jornalista Carlos Alberto Caó, autor da lei que transforma em contravenção penal o preconceito de raça, cor, sexo e estado civil, considerada um marco no combate ao racismo no país.

Após a mesa solene, foi exibido o curta-metragem "Do Meu Lado", do diretor Fábio de Luca, que expõe a temática da boa convivência entre as religiões. Em seguida, formou-se uma roda de conversa com representantes da religião judaica, tradições de matriz africana, do budismo e da religião católica, entre outros.